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Conheça a maior colheitadeira do mundo

Afinal, qual é a mais potente e robusta colheitadeira do momento? Não basta ser grande, é preciso ser eficiente e econômica. Confira a maior colheitadeira do mundo!

A New Holland CR 1090 é atualmente a colheitadeira mais potente do mundo, com 652 cavalos, e também a maior do mundo, com capacidade para 14.500 litros de armazenamento. A CR 1090 bateu o Record e entrou para o Guinness Book, quando colheu 797.656 toneladas de trigo em oito 8 de trabalho. Conheça a maior colheitadeira do mundo!

A utilização de máquinas na agricultura, trouxe um grande avanço. A tecnologia empregado nesses maquinários fazem com que o agricultor possa, a cada ano, aumentar a sua produtividade sem expansão de novas áreas, já que é possível aumentar a rapidez no plantio, colheita e permite, ainda, realizar novos plantios no mesmo ano.

A CR 1090 BATEU O RECORD E ENTROU PARA O GUINNESS BOOK, QUANDO COLHEU 797.656 TONELADAS DE TRIGO EM OITO 8 DE TRABALHO.

Este Record aconteceu em 15 de agosto de 2014, no Reino Unido Inglaterra. A maior colheitadeira do mundo é fabricada no Centro de Excelência em Colheitas da New Holland na cidade de Zedelgem, na Bélgica. A CR 1090 torna-se a única colheitadeira classe 10 no mundo. A

CR 1090 apresenta até 15% maior produtividade do que o modelo anterior de sua marca e 25% a mais do que a máquina top de um década atrás. A

CR1090 tem o maior tanque de grãos do modelo, com capacidade para 14.500 litros, permitindo um maior tempo entre a descarga, sendo que pode ser esvaziada em menos de dois minutos.

Fonte: https://www.comprerural.com/

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Semeadoras e a sua relação com a plantabilidade

Uma lavoura produtiva tem início com um processo de semeadura eficiente. Para isso, é preciso ter uma boa plantabilidade, que nada mais é do que a capacidade de distribuir as sementes de forma uniforme por todo o sulco de plantio, respeitando o espaçamento e a profundidade recomendados para a cultura.

Neste artigo, vamos explicar a importância das semeadoras para ter uma boa plantabilidade e os principais fatores que podem interferir na qualidade da semeadura. Confira!

Regulagem do equipamento dosador de sementes

Nas semeadoras, existem dois principais mecanismos dosadores de sementes: mecânico e pneumático.

O sistema mecânico é composto por discos horizontais, que se deslocam de acordo com a movimentação da semeadora, e as sementes se alojam nos orifícios do disco. Existem diversos discos que são adequados para sementes de diferentes culturas. Desde que a regulagem e a velocidade da semeadora estejam adequados, a qualidade do plantio por semeadoras com esse tipo de equipamento dosador pode ser satisfatória.

Entretanto, é comum que ocorram problemas de singulação, quando o alvéolo do disco da semeadora acaba ficando com duas sementes, fazendo com que elas sejam plantadas no mesmo lugar. Ele também pode ficar sem nenhuma semente, gerando um espaço maior do que o necessário no sulco de plantio.

O outro tipo de mecanismo dosador é o pneumático. Nele, as sementes são forçadas à aderir aos alvéolos dos discos por meio da ação do vácuo, o que diminui as chances de ocorrência de falhas e plantas duplas. Portanto, oferece maior precisão na semeadura.

Além disso, é fundamental que as máquinas utilizadas para semear a lavoura passem por manutenções periódicas. Dessa maneira, evita-se que algum problema atinja os alvéolos do disco ou que outra peça interfira diretamente na disposição das sementes na hora do plantio.

Aliás, em casos mais graves, esses defeitos podem afetar a funcionalidade do equipamento, além de colocarem em risco a vida das pessoas que operam os equipamentos. Sendo assim, organize um calendário de revisões e manutenções do maquinário de maneira preventiva.

Velocidade de deslocamento das semeadoras

Este é o fator que mais influencia na distribuição das sementes na linha de plantio, portanto, o que mais afeta a plantabilidade. Mesmo assim, ele é comumente negligenciado.

Uma velocidade de semeadura acima do recomendado reduz a profundidade de semeadura, causa falhas no estande e diminui o potencial produtivo da lavoura. Quanto maior a velocidade, maior a irregularidade na distribuição das sementes.

A velocidade indicada para semeadoras mais modernas, com sistema de distribuição pneumática, é de no máximo 8 km/h. No caso de semeadoras com sistema mecânico de discos, a velocidade deve ficar entre 4 e 6 km/h.

Dessa maneira, seguindo as recomendações técnicas dos fabricantes das máquinas, dos distribuidores de sementes e dos agrônomos, o agricultor vai conseguir fornecer um bom espaçamento entre as plantas.

Fonte: https://blog.mfrural.com.br/

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Vantagens de escolher um trator de esteira

Trator de esteira, que também pode ser chamado de trator de lâmina sobre esteiras, é um maquinário que possui grande aderência ao solo e promove a distribuição de carga de forma mais equilibrada, medida que evita atolamento durante o trabalho.

Como um maquinário de diversas aplicabilidades, o trator de esteira é uma ótima opção para promover produtividade ao trabalho.

Confira agora quais são as vantagens sobre escolher o trator de esteira ideal:

  • Otimização do tempo de trabalho
  • Facilidade para realizar manobras e dirigir
  • Aumento de capacidade de realização de tarefas
  • Precisão para nivelar solos
  • Altíssima capacidade de transportação de materiais
  • Versatilidade

Agora que os principais pontos sobre a escolha de um trator de esteira foram demonstrados, leia mais sobre as vantagens e desvantagens em comprar um trator usado ou novo.

Fonte: https://blog.mfrural.com.br/

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Dicas para manutenção de retroescavadeiras

Uso adequado, lubrificação diária e acompanhamento de óleo do motor prolongam a vida útil do equipamento

Notáveis entre as máquinas com maior possibilidade de receber implementos, as retroescavadeiras esbanjam versatilidade e, por isso, devem ter um plano de manutenção bem elaborado. Procedimentos como lubrificação diária, uso de graxa, acompanhamento de óleo de motor, eixo, transmissão e óleo hidráulico precisam ser estabelecidos com intervalos mais curtos ou extensos, conforme as condições de operação. Trabalhar com excessos de carga, utilizar caçambas e martelos ou implementos inadequados, ou mesmo trabalhar em brejos são ações que aceleram o desgaste da máquina e apressam a necessidade de manutenção.

A parte mais vulnerável de uma retroescavadeira é o braço de escavação, que representa um terço de sua estrutura física. Nela, encaixa-se o braço, montam-se lança e mesa de giro, e instalam-se os implementos. “É a articulação mais suscetível a problemas de folgas em pinos e buchas”, observa o consultor técnico Ernane dos Santos Amaral.

Os rompedores hidráulicos, por exemplo, são implementos que agridem esse equipamento e, se forem mal dimensionados, podem gerar problemas no braço de escavação, como trincas e desgaste prematuro de pinos e buchas. 

MANUTENÇÃO X APLICAÇÃO

A manutenção deve se diferenciar não pelo tipo de equipamento, mas por sua aplicação. Carga horária de trabalho, implementação com rompedores e locais de uso são determinantes.

“As retroescavadeiras são muito utilizadas no segmento agrícola, em tarefas onde o desgaste é geralmente menor do que na construção. Mas, se a operação for em uma planta de fertilizantes, o veículo vai precisar de lavagem diária, por estar exposto a material corrosivo. Alguns componentes deverão ser trocados com mais frequência, e a retroescavadeira precisará de blindagem do alternador, além de proteção de sistema elétrico”, exemplifica Silva. “Nesse caso a manutenção é diferenciada e preocupante”, diz.

Amaral, da Brasif, dá outro exemplo: “Trabalhar com a retroescavadeira em local muito íngreme por períodos prolongados é um risco. Esse equipamento tem tolerância de até 35 graus de inclinação e, se esse limite for ultrapassado, o motor começa a aspirar muito ar. Com isso, corre o risco de travar porque o óleoacumula-se em apenas um dos lados do motor, e deixa de fazer a lubrificação correta. Com motor travado, a retroescavadeira pode tombar”, adverte.

Fonte: https://www.aecweb.com.br/

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Semeadora, plantadora e transplantadora

Semeadora, semeadeira, plantadora, plantadeira, transplantadora… são tantos termos que é comum haver confusão no momento de definir o que faz cada máquina agrícola.

Neste artigo vamos explicar quais são os termos corretos e as funções que cada máquina desempenha no campo. Confira!

Terminologia correta de máquinas agrícolas

Na língua portuguesa, a terminologia para denominar máquinas e implementos agrícolas utiliza o sufixo -ora, ou seja, o correto é dizer semeadora e plantadora. O mesmo raciocínio se aplica à todas as máquinas e implementos: colhedora, roçadora, adubadora, e assim por diante.

Os termos que utilizam o sufixo -eira, como semeadeira e plantadeira, são, portanto, incorretos. Entretanto, apesar dos esforços de técnicos e acadêmicos para padronizar a nomenclatura, ainda é comum encontrar essa terminologia para designar máquinas agrícolas, mesmo por parte dos fabricantes, que se ajustaram à popularização desses termos no meio rural.

Tendo isso em vista, vamos esclarecer quais são as diferenças entre a semeadora, a plantadora e a transplantadora, considerando também os termos usados no dia a dia no campo. Para isso, precisamos antes definir as diferenças técnicas entre as operações de semeadura, plantio e transplantio:

  • semeadura é a operação de introdução de sementes no solo;
  • plantio é a operação de introdução de partes vegetativas de plantas no solo, como toletes e bulbos;
  • transplantio é a operação de introdução de mudas no solo.

Semeadora

Semeadora é a máquina agrícola que, acoplada a um trator, realiza a semeadura. Ela é classificada de acordo com a forma de distribuição das sementes:

  • Semeadora de precisão: distribui um número pré-determinado de sementes no sulco de semeadura em distâncias homogêneas. Essas máquinas utilizam dosadores e componentes em contato com o solo, que impedem que operem em espaçamentos menores que 40 centímetros. São usadas para semeadura de culturas que possuem sementes graúdas, como milho, soja e feijão. Popularmente, essa máquina agrícola é chamada de plantadeira.
  • Semeadora de fluxo contínuo: distribui as sementes continuamente no sulco, com a dosagem calculada em massa de semente por distância percorrida (kg/m ou g/m). Essas máquinas utilizam dosadores e componentes em contato com o solo mais estreitos, trabalhando com espaçamentos menores entre linhas, de 15 a 20 centímetros. São utilizadas principalmente para semeadura de culturas com sementes miúdas, como trigo, aveia, centeio, milheto. Popularmente, essa máquina agrícola é chamada de semeadeira.

Ademais, existem também as multisemeadoras, que podem semear tanto em precisão quanto em fluxo contínuo, mediante o ajuste dos dosadores e componentes em contato com o solo.

Plantadora

plantadora, por sua vez, auxilia no processo de plantio de culturas que têm bulbos, colmos ou tubérculos. Geralmente, ela é utilizada para o plantio de cana-de-açúcar e de outras espécies que se propagam vegetativamente, como batata e mandioca.

Pode ser do tipo semi-automática, quando exige mão-de-obra para o manuseio das partes vegetativas, e automática, que executa todas as operações, desde abertura do sulco, deposição de adubo, distribuição dos colmos, fechamento do sulco e pulverização.

Transplantadora

Existem também as transplantadoras, que realizam a operação de transplantio de mudas. Elas são muito utilizadas para hortaliças, plantios florestais, fumo, entre outras.

São constituídas por um chassi, no qual são montados os equipamentos de plantio, como sulcadores que fazem a deposição da muda e do adubo, sistema de recobrimento e compactação da muda, sistema de acoplamento ao trator, e bancos para os operadores (aquelas com alimentação semiautomática das mudas).

Conclusão

Portanto, neste artigo procuramos apresentar as diferenças entre as máquinas agrícolas semeadora, plantadora e transplantadora, bem como esclarecer a terminologia correta dessas máquinas.

Fonte: https://blog.mfrural.com.br/

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Rodado duplo de tratores

Na hora de comprar o rodado duplo para tratores, é preciso levar em conta uma série de fatores que podem interferir na escolha do modelo e, talvez, na sua funcionalidade.

A intenção, certamente, é sempre conseguir a melhor combinação para o tipo de trator e a atividade que ele realizará.

É importante ressaltar o quanto a incorporação de um segundo conjunto de rodado pneumático ao sistema de rodagem tem se tornado comum.

O motivo é que, com essa prática, é possível ter sustentação e realizar diversas tarefas técnicas mais facilmente.

Importante levar em consideração que saber escolher o rodado duplo de tratores oferece um enorme conjunto de benefícios.

A adição do rodado está associada ao porte que os tratores possuem. A configuração com duplo rodado acaba se tornando uma escolha muito pessoal. Existe, no entanto, kits que podem ser utilizados para acoplamento.

Análise e escolha de sistema de duplo rodado

Agora que você já compreendeu como funciona o sistema de transmissão dos tratores e como funciona o rodado duplo, é preciso levar em consideração que há diferentes sistemas que permitem tratores com rodado simples, se tornando com rodado duplo.

Primeiro sistema

Um desses sistemas é o que fixa o tubo extensor de maneira direta ao aro dos rodados (interno e externo). Esse sistema é considerado o elo entre os dois rodados.

Tem um bom desempenho, porém, é importante destacar que ele apresenta uma determinada dificuldade em sua instalação.

Além disso, pode apresentar também um tempo mais elevado que o desejado em sua montagem e desmontagem.

O motivo disso é que leva uma determinada quantidade de parafusos que precisam ser apertados para garantir a devida fixação ao cubo. Caso haja tempo e disposição, pode ser ótima alternativa.

Segundo sistema

Como segunda opção de sistema, existe a adição do rodado extra. Porém, nesse caso, ele se encontra no próprio semieixo do trator.

Ocorre que, na verdade, trata-se de um eixo prolongado e que é geralmente disponibilizado pelos fabricantes dos tratores que passam de 149 kw.

Infelizmente, assim como no primeiro sistema, é possível encontrar um pouco da demora e dificuldade no que diz respeito à praticidade e também em relação ao tempo de instalação.

Em contrapartida, sua grande vantagem se refere a uma flexibilidade maior.

Terceiro sistema de duplo rodado

Por fim, existe um sistema que se utiliza de um anel espaçador. Ele é inserido em meio aos rodados interno e externo. Em seguida, pode ser ajustado na base dos aros e a fixação pode ocorrer por meio de grampos.

Em suma, ele é indicado para os tratores que possuem uma potência menor que 149 kw. Porém, para quem precisa do mesmo sistema para tratores que com mais de 149 kw, é possível importá-los.

Deste mesmo sistema, existem diversas configurações que podem ser encontradas tanto no mercado nacional, quanto internacional.

Diferente dos dois sistemas anteriores, é possível destacar que esse sistema possui a enorme vantagem de poupar tempo na montagem e ao mesmo tempo promover maior facilidade.

Ademais, o espaçamento também pode ser ajustado para as culturas anuais (milho, soja, algodão, etc.) sejam utilizados.

Fonte: https://blog.mfrural.com.br/

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Manutenção e operação de tratores

“Como pode? Tinha que quebrar justamente agora que estamos nesse atropelo danado?” É bem assim, as máquinas agrícolas quebram ou deixam de funcionar corretamente sempre no momento em que mais se necessita de seu uso: verdade? Sim, a mais pura verdade. E quem é do campo sabe muito disso. É importante destacar que a utilização do maquinário agrícola, na maior parte dos casos, é sazonal, havendo um período de parada. E por paradoxal que pareça, esse tempo parado é que acelera a deterioração de alguns componentes, fazendo com que no uso subsequente haja a ruptura ou o mau funcionamento. Claro que poderia ser aproveitado o período parado para fazer as revisões. Fato que às vezes ocorre, mas nem sempre.

A ruptura de componentes ou o mau funcionamento de um conjunto mecânico está relacionada a vários fatores, mas podemos agrupar as causas em dois tópicos: manutenção e operação. Quando manutenção e operação correm bem e lado a lado, as quebras desaparecem ou se reduzem quase a zero. Portanto, operadores bem treinados e cônscios de suas responsabilidade, uma equipe de manutenção qualificada e local com ferramental adequado são a solução para que não ocorram as quebras nos momentos de maior necessidade.

O que mais quebra por falta de manutenção? Eixos, buchas e mancais, rolamentos, engrenagens, cruzetas e acoplamentos, molas e hastes ou alavancas.

O que deixa de funcionar por falta de manutenção? Motores, sistema hidráulico, sistema de combustível, lubrificação, componentes destinados ao controle de temperatura, sistemas de frenagens.

Manutenção permanente e com planejamento adequado à realidade local é a solução. Planejar a manutenção nos momentos propícios e executá-la de forma correta, eis o que deve ser feito para se evitar quebras e mau funcionamento. Parece simples, mas diante da nossa realidade atual é algo bastante complexo de ser implantado nas propriedades rurais.

Investir em manutenção

Investir na manutenção e na operação é o caminho para uma vida longa do maquinário e sem surpresas de quebras e atropelos na hora de executar os serviços tão necessários que a máquina possibilita, e assim usufruir dos lucros indispensáveis para o agronegócio. Vivemos um momento de prodigioso desenvolvimento tecnológico, mas, ao mesmo tempo, ainda carecemos de recursos humanos qualificados para fazer frente às novas tecnologias. O mundo virtual e a IoT (internet das coisas) estão marcando forte presença no maquinário agrícola, mas não basta apenas dominar o virtual, pois o universo rural é uma realidade bastante complexa e que exige conhecimentos técnicos operacionais muito além do virtual.

Máquinas agrícolas trabalham com grandes capacidades de forças, muitos HPs de potência e esforços torcionais para transmissão dessas forças, o que exige muita atenção e pleno domínio do operador. Deve-se manter vigilância permanente, pois qualquer descuido virtual causará estragos violentos. A distância entre o virtual e o real, apesar de tênue, nesse caso, pode ter um significado perigoso. Um simples toque inadequado no monitor touchscreen ou um deslocamento exagerado no joystick é o suficiente para desencadear rupturas significativas.

Fonte: https://revistacultivar.com.br/

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Use corretamente a sua semeadora

O uso correto dos equipamentos de semeadura é uma tarefa importante para garantir uma boa produção agrícola e evitar desperdícios de sementes colocadas no solo.

Portanto, deve ser tratado com muita responsabilidade pelos agricultores.

Manutenção dos equipamentos

A cada entressafra, o produtor deve verificar aos equipamentos de semeadura. Certamente esta é uma das melhores maneiras de evitar prejuízos e imprevistos e deve ser o começo de tudo.

Nesse processo, ele deve ver se existem peças com defeitos, pois elas podem atrapalhar em muito o seu processo de semeadura.

Caso uma peça com defeito não seja trocada, a sua semeadora pode parar a operação no meio do caminho, prejudicando o processo de plantio.

O agricultor deve substituir os óleos, revisar engrenagens, verificar a limpeza dos condutores de fertilizantes e sementes e trocar as correias com sinais de desgaste.

Então, além dos processos citados, existem vários outros componentes que devem ser revisados. Fique sempre atento às orientações dos fabricantes.

Regulagem dos equipamentos de semeadura

A regulagem dos equipamentos de semeadura tem muito a ver com processo de manutenção.

Após verificar todos os componentes, agora é hora ajustar para que eles possam cumprir o seu papel. Isso significa aplicação das sementes de maneira correta no solo.

Durante o período de plantio, o ideal é que a regulagem dos equipamentos seja verificada diariamente, assim como a lubrificação.

Um dos primeiros itens que devem ser ajustados é a abertura dos sulcos. Isso independe do tipo de semeadora.

É esse sistema que realizada a abertura no solo e podem ser regulados por meio da pressão nas molas, dos batentes dessas molas. Isso vai depender da sua máquina.

Verifique ainda os dosadores de sementes e fertilizantes, se estão lubrificados ou obstruídos. Calibre também a pressão dos pneus e o nivelamento pelo cabeçalho da semeadora.

Verifique sempre o manual de instruções do fabricante da sua semeadora. Ele será o guia para uma regulagem sem erros.

Fonte: https://blog.mfrural.com.br/

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Escolha a máquina pesada ideal para a sua fazenda

Normalmente, as máquinas pesadas são associadas à construção civil. No entanto, algumas delas também são bastante úteis para as fazendas. Elas ajudam a aumentar a produtividade e a agilizar o trabalho no campo.

Mais do que isso, fazem parte das tendências tecnológicas no agronegócio. Afinal, seu uso é reinventado para resolver problemas do campo e encontrar soluções criativas e inovadoras. Desse modo, as atividades repetitivas são automatizadas e executadas em menos tempo.

Por que usar máquinas pesadas na fazenda?

Até alguns anos atrás, o homem do campo tinha que fazer a maior parte de suas atividades de maneira manual. O trabalho era difícil e, muitas vezes, desgastante. Além disso, havia uma perda muito grande de alimentos, que impactava a produtividade e o lucro alcançado pelo produtor.

Com a implementação de máquinas, pesadas ou não, as atividades se tornaram mais fáceis. Em vez de pegar a enxada, arar a terra, prepará-la e distribuir as sementes no solo, todas essas tarefas foram automatizadas e o trabalho que levava dias passou a demorar apenas algumas horas.

De maneira mais recente, a agricultura 4.0, que vai além da mecanização, permitiu aliar a tradição rural à tecnologia de ponta. A partir das novas tecnologias, é possível aproveitar ao máximo os recursos e evitar desperdícios.

Com a agricultura de precisão, por exemplo, fica mais fácil fazer a pulverização das plantações de maneira acertada, vigiar a lavoura e/ou os animais, monitorar desmatamentos, etc. Com isso, os resultados do campo foram melhorando.

Para ter uma ideia, a produção das atividades agropecuários alcançou R$ 465,5 bilhões em 2017. Do total, 66,2% foram relativos à parte vegetal e 33,8% à animal. O resultado foi maior que os do Censo Agropecuário de anos anteriores, mas a área permaneceu praticamente igual.

Um exemplo é o rendimento do algodão herbáceo. Por hectare plantado, chegou a 4,1 mil em 2017, sendo que era de 2,9 mil em 2006. A soja foi de 2,5 mil para 3,3 mil no mesmo período. Por sua vez, o número de vacas ordenhadas caiu de 12,7 milhões para 11,5 milhões, mas a produtividade do leite subiu de 1,6 mil para 2,6 mil litros por animal por ano.

As máquinas pesadas são importantes para a lavoura, mas é necessário ter cuidado na hora de escolher a melhor. O ideal é focar nas suas demandas atuais para determinar as mais indicadas. Veja algumas dicas para facilitar a sua decisão.

Avalie a potência e a economia

A diversidade de máquinas e equipamentos pesados, assim como de marcas, faz com que existam diferenças significativas de um modelo para outro. O ideal é conferir a potência e a economia, a fim de fazer uma correlação que vise ao melhor custo-benefício.

Escolha máquinas com torque e potência adequados para várias atividades. Desse modo, há mais autonomia no campo e aumento da produtividade.

Confira o sistema de locomoção

As máquinas podem trabalhar com pneus ou esteira. Os primeiros têm menos contato com o solo, mas oferecem mais pressão. Os segundos reduzem a força de compactação e são mais estáveis. A depender da condição do terreno, é melhor optar pela última alternativa.

Confira a facilidade de manutenção

Os equipamentos precisam passar por manutenções preventivas. No entanto, ela deve ser fácil e rápida para evitar interrupções frequentes ao trabalho. Avalie ainda o custo desse processo. Assim, você verifica o mais indicado para a sua fazenda.

Entenda as necessidades da lavoura

As várias culturas têm demandas diversas, que precisam ser consideradas antes de você decidir a melhor máquina. Confira o tipo e o porte da lavoura, as condições do terreno e seu potencial econômico.

Ao seguir essas dicas, você alinha as qualificações do equipamento às necessidades do terreno para definir qual deles é o melhor. Assim, as máquinas pesadas trabalham a seu favor e permitem aumentar a sua produtividade.

Fonte: https://blog.mfrural.com.br/