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Óleo lubrificante aumenta a vida útil do trator

A mecanização agrícola trouxe uma série de benefícios para o trabalho realizado pelo produtor rural nas fazendas.

Devido a sua versatilidade, o uso do trator e demais implementos facilitam o trabalho desde o período de plantio (preparo do solo e semeadura), nos tratos culturais da lavoura e também na colheita.

Mas, o agricultor deve ficar atento à manutenção das máquinas. Um detalhe que pode passar despercebido é o uso correto dos óleos lubrificantes.

Eles são importantes para aumentar a vida útil das peças tanto do motor como dos demais sistemas hidráulicos.

Fluídos hidráulicos

O óleo lubrificante usado nos tratores, também chamado de fluído hidráulico, é uma substância que produz uma película entre as peças em movimento, reduzindo os níveis de desgaste e ao mesmo tempo transmite potência.

Durante o funcionamento do sistema hidráulico, a bomba pressuriza o sistema, fazendo com que o óleo aumente de temperatura em função das perdas de carga que são convertidas em calor.

Ocorre, basicamente, devido ao atrito entre o fluído e as paredes da tubulação, bem como com o próprio fluído.

A deterioração do óleo pode ocorrer devido ao calor proveniente da agitação e da turbulência, provocando a formação de óxidos, vernizes e lacas.

Perigo da água

A água é um dos principais contaminantes de óleos em veículos de motor a combustão, como é o caso do trator. Cerca de 80% das falhas em sistemas hidráulicos são causadas devido à contaminação por água e sedimentos.

Para separar a água no óleo, é necessário descobrir de onde vem a contaminação, para só então tomar medidas de manutenção.

Pode ocorrer, por exemplo, em virtude de vazamentos nos resfriadores do óleo e mais comum na condensação da umidade atmosférica, pode causar problemas ao sistema hidráulico.

Por isso, o óleo deve possuir boa capacidade de separar a água do óleo, de forma rápida e eficiente (demulsibilidade).

Principais fluídos

Os principais fluídos utilizados no sistema hidráulico de um trator são os óleos minerais, óleos solúveis, fluídos sintéticos e fluídos não inflamáveis.

Os óleos minerais representam mais de 90% dos fluídos hidráulicos usados. Para sua produção, são utilizados óleos básicos parafínicos, altamente refinados e com aditivos como antidesgaste, antiferruginoso, antiespumante, abaixadores de ponto de fluidez e antioxidantes.

Os óleos solúveis são utilizados para aplicações em sistemas leves, como proteção contra a ferrugem. Mas, apenas em temperaturas próximas a 50ºC, sistemas não críticos e equipamentos produzidos para operar com este tipo de fluído.

Os fluídos sintéticos são compostos químicos como ésteres, silicones e aromáticos de elevado peso molecular. Eles são mais caros, mas tem uma vida útil mais prolongada e um amplo alcance de temperatura.

Já os fluídos não inflamáveis são as emulsões de óleo em água ou os fluídos sintéticos à base de ésteres e polialfaelefina. Esse tipo de fluído dificilmente entra em combustão.

Como escolher o óleo lubrificante

Primeiramente é preciso conferir o manual do trator que vai indicar qual o tipo de óleo que deve ser utilizado e a sua viscosidade.

Mas, caso não tenha em mãos, é preciso verificar se o sistema hidráulico requer fluído resistente ao fogo. Se ele não for necessário é recomendado utilizar um óleo mineral.

O fluído ideal é aquele que serve para todos os tipos de sistemas hidráulicos, sob diferentes condições de trabalho.

Outra dica importante é conhecer o fabricante, ou seja, se é uma marca reconhecida, e que o fornecedor seja de sua confiança.

Embora a redução de custos seja importante em todo o processo da produção agrícola de uma fazenda, tome cuidado na hora de economizar ao escolher um óleo hidráulico.

Ao usar um óleo mais barato, as despesas operacionais do equipamento poderão aumentar e a vida útil diminuir. É preciso levar em conta que o óleo representa menos de 3% do custo operacional da maioria dos equipamentos industriais.

Outras dicas

O óleo lubrificante de um trator deve ser guardado sempre em locais fechados, seguros, bem ventilados, sem oscilação térmica significativa, secos e sobre estrados ou pallets

O produto deve ser conservado dentro do recipiente original e identificado. Caso precise de volumes menores, utilize recipientes apropriados e livres de resíduos e outras impurezas, sempre fechado para evitar a contaminação por sujeira.

Muito cuidado para não misturar fluídos hidráulicos de fabricantes diferentes. Segundo os especialistas, isso pode ocasionar danos ao sistema hidráulico.

Respeite os intervalos de troca, além da limpeza ou troca dos filtros conforme recomendações dos fabricantes.

O operador de um trator deve tomar muito cuidado ao revisar o sistema hidráulico durante o trabalho. Isso porque normalmente estão em temperatura elevada o que pode causar acidentes com graves queimaduras.

Por último, ao reabastecer o sistema hidráulico, foque a limpeza do local e mantenha a máquina nivelada para não realizar uma leitura errada do nível.

Fonte: https://blog.mfrural.com.br/

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Solectrac e70N: trator ganha prêmio de inovação

Parece que é nem só de carros à bateria e e-bikes que vive a eletromobilidade sobre rodas. O e70N, um novo modelo de trator elétrico, chegou ao mercado, ampliando a chegada de veículos elétricos ao setor de agricultura.

Como parte da integração de máquinas agrícolas aos veículos smart, o modelo segue os moldes de outro competidor do segmento em ascensão, o Monarch. Ambos são menores, eletrificados, silenciosos e limpos — mas sem perder eficiência.

O veículo foi selecionado pela Wine Industry Network (Rede de Indústrias do Vinho, ou WIN) como vencedor de um prêmio de inovação no setor, e será condecorado durante o evento, no dia 2 de dezembro, em Santa Clara, Califórnia, EUA. A colocação vem especialmente por conta de sua estrutura, mais compacta, que permite que o veículo circule tranquilamente entre parreiras de uva.

Trator elétrico possui potência para até oito horas

O e70N garante que não há perda de desempenho: o trator eletrificado possui um motor com equivalência a 70 cv de potência, muito similar aos seus pares à combustão.

Um trem de força com toda esta capacidade promete uma tração de até 907 kg, e um conector de reboque compatível com todos os acessórios agrícolas de categoria I e II. A bateria é de uma liga de fosfato de lítio-ferro com 60 kW/h.

A carga dura de quatro a oito horas, a depender da força necessária, e as baterias são intercambiáveis. A recarga completa pode levar seis horas em painel solar, e 8 a 10 horas em rede elétrica.

e70N promete mais segurança ao motorista também

Sua eficiência para a saúde do motorista também é digna de nota: num geral, a emissão dos químicos presentes nos tratores não faz mal apenas ao meio ambiente, mas também ao agricultor. O ruído alto e constante do motor também pode causar prejuízos para a audição.

O trator elétrico da Solectrac está avaliado sob demanda por US$ 74,999 — R$ 417,5 mil na cotação de hoje, sem impostos e taxas de importação. A expectativa da empresa é que o e70N chegue ao mercado global nos próximos dois anos.

Fonte: https://olhardigital.com.br/

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Melhore a produtividade dos tratores usados

Tratores Agrícolas são ferramentas de trabalho essenciais ao homem do campo. Todo proprietário de fazenda, precisa dispor deste equipamento para realizar o trabalho duro, e alguns cuidados simples devem ser observados para melhorar a produtividade.

O setor do agronegócio está apresentando um aquecimento na produção. Segundo o Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, a agropecuária vai ter um forte peso no PIB de 2020: é previsto um crescimento de 4,3% para o setor.

Além disso, a agricultura deve fechar 2019 com a safra totalizando 240,8 milhões de toneladas. Esse dado representa um crescimento de 6,3% em relação ao ano de 2018.

Os investidores do ramo precisam se preparar para a demanda de 2020. Para potencializar os resultados, é necessária atenção à gestão dos custos e ter equipamentos de qualidade também é primordial no desempenho do negócio.

Uma forma de melhorar o lucro é buscar tratores usados e de boa procedência. Boas práticas podem ser adotadas para otimizar a produção de seu maquinário. Quer saber quais são? Confira agora!

Realize as manutenções periódicas dos tratores

Quando falamos de equipamentos, sejam eles quais forem, é imprescindível sempre fazer as manutenções periódicas. Um maquinário com bom funcionamento tem melhor produtividade e reduz os riscos à segurança dos usuários.

Além disso, equipamentos bem-cuidados podem ser revendidos, gerando uma outra fonte de receita para o negócio.

Atente-se à conservação de ferramentas

Os tratores são constituídos por diversos componentes ou ferramentas e você precisa manter bastante atenção ao estado de conservação deles. A mecânica e os pneus, por exemplo, precisam estar de acordo com as condições informadas pelo fabricante do produto.

Ao fazer as revisões de rotina, você vai manter todos os itens em bom funcionamento. Não deixe a manutenção para depois, pois deixar de fazê-la sai sempre mais caro.

Siga sempre as regras de segurança

Os tratores são ótimas ferramentas e têm papel fundamental no agronegócio, seja preparando a terra para pasto ou arando-a para plantio agrícola.

De acordo com estudos divulgados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), a utilização de máquinas agrícolas está entre as três atividades mais perigosas para os trabalhadores.

Logo, seguir as regras de segurança de utilização desses equipamentos é muito importante. O responsável por operar a máquina deve ler com atenção todo o manual de utilização do equipamento para entender como ele funciona. Além disso, ele precisa levar em consideração outros detalhes imprescindíveis:

  • não subir na máquina utilizando o volante como apoio;
  • manter as escadas limpas evitando escorregões;
  • usar o cinto de segurança quando a máquina for equipada com a proteção contra capotamento.

Use o equipamento adequadamente

Essa dica pode até parecer um pouco óbvia, mas é sempre importante usar o maquinário para aquilo que ele realmente foi projetado. Por isso, se você tem, por exemplo, um subcompacto, nunca o utilize para atividades mais robustas, como empurrar outras máquinas agrícolas. Esse equipamento é mais ideal nas atividades de paisagismo.

Evite forçar o maquinário, pois, além de danificá-lo, você pode prejudicar a qualidade de sua produção e ainda aumentar as chances de acontecer algum acidente. Se você tem uma propriedade maior e precisa arar a terra, por exemplo, o ideal é optar por tratores agrícolas, visto que são maiores e preparados para funções pesadas.

Para adquirir um maquinário de qualidade e com total segurança de procedência, é importante saber onde comprar o equipamento.

Fonte: https://blog.mfrural.com.br/

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Trator de esteira: como escolher o ideal

Trator de esteira, que também pode ser chamado de trator de lâmina sobre esteiras, é um maquinário que possui grande aderência ao solo e promove a distribuição de carga de forma mais equilibrada, medida que evita atolamento durante o trabalho.

Verifique, abaixo, as 3 principais dicas para escolher o trator de esteira:

1. Diferenças entre sistemas

É importante compreender as diferenças entre os sistemas de transmissão hidrostática e mecânica.

Hidrostática

Possui:

  • Duas bombas de fluxo variável;
  • Realiza curvas com as esteiras;
  • É capaz de realizar giro em torno do eixo central.

Mecânica

Possui:

  • Conversor de torque;
  • Dumper;
  • Embreagem;
  • Pode ocasionar um aumento de custo na operação e manutenção.

Suas peças desgastam-se com maior facilidade e o equipamento não realiza curvas e nem contra rotação.

2. Tipos de lâminas e descrição

Entender os tipos diferentes de lâminas é essencial para escolher o trator de esteira que mais sirva às necessidades do negócio. Além disso, é possível mudar a lâmina de acordo com as especificidades. Confira algumas:

Lâmina Ancinho

A lâmina ancinho, também chamada de rastelo, é uma das mais comuns. A ancinho é a mais escolhida para empilhamento de insumos. Sua parte medial fechada permite maior proteção ao radiador.

Lâmina KG

A lâmina KG promove o corte e retirada de toco, quando visível e sobressalente. O processo ocorre ao rachar o toco ao meio, efetuando, em seguida, um corte com deslizamento por meio dos comandos de giro.

Lâmina U

A lâmina U serve para a movimentação de material a granel, como: carvão, bagaço de cana e outros insumos soltos.

3. Entenda as várias aplicações do trator de esteira

Para decidir qual tipo de trator de esteira é o ideal para suas preferências, é recomendado conhecer as diversas funcionalidades do maquinário. Veja quais são as principais:

Terraplanagem

Para terrenos irregulares, o trator de esteira também é útil para nivelar o solo e prepará-lo adequadamente;

Empilhamento de insumos

Empilhar materiais é um procedimento que auxilia na organização do ambiente. Trator de esteira é capaz de empilhar insumos que passaram por supressão vegetal;

Aterro sanitário

O trator de esteira pode ser muito útil para o espaço de descarte de dejetos, chamado de aterro sanitário. O equipamento promove a compactação dos restos e seu espalhamento;

Limpeza de terreno

Para a limpeza do local, o trator de esteira reduz o tempo da tarefa, pois consegue empurrar os resíduos e facilitar o descarte.

Fonte: https://blog.mfrural.com.br/

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Quais máquinas agrícolas devo escolher

O ideal é que você tenha, ao menos, uma máquina em cada etapa da produção da sua lavoura. Mas, de início, você pode fazer um estudo para identificar em qual delas estão sendo registrados mais problemas ou custos e adquirir o equipamento que vai suprir essas necessidades.

Depois, a partir dos ganhos gerados por essa primeira aquisição, continue escalando a sua produção comprando mais máquinas.

Além disso, há outras dicas que devem ser levadas em conta para fazer a escolha mais certeira. Confira abaixo!

1. Avalie a potência adequada

Após definir o tipo de máquina que você vai agregar à sua produção, é hora de ir ao mercado e conhecer os modelos disponíveis. E, nessa hora, um ponto importante para avaliar é a potência.

Isso porque o tamanho do terreno e a potência do maquinário estão diretamente relacionados com a sua produtividade. Basicamente, quanto maior for a sua área para cultivo, maior deve ser a potência do equipamento.

2. Considere o gasto com combustível

No mês de novembro, a Petrobras anunciou um aumento de 2,8% do custo da gasolina nas refinarias e de 1,2% no diesel. Essa notícia impacta muitos setores, principalmente a agricultura, que precisa desses combustíveis na operação do maquinário.

Diante disso, o produtor deve buscar modelos de máquinas agrícolas com tanques maiores, para diminuir o tempo ocioso em abastecimento, e que tenham um melhor rendimento.

E também não se esquecer de o tipo de pneu a manutenção dele pode diretamente no consumo de combustível da sua máquina agrícola, portanto esse é um pequeno detalhe que pode fazer a diferença.

3. Pesquise recursos diferenciais

Também é interessante considerar os recursos diferenciais que cada máquina oferece. Alguns exemplos são sistema GPS, piloto automático, telemetria e fechamento automático das sessões.

A melhor forma de validar essas informações e fazer um comparativo entre produtos da mesma categoria é participar de feiras e eventos do setor. Esses locais são ótimos para conhecer o que há de mais inovador a serviço do produtor agrícola.

4. Confia a facilidade de operação

Não adianta investir em um equipamento de ponta se ele for de difícil manuseio, certo? É imprescindível, por exemplo, que o seu painel seja disposto de forma intuitiva, facilitando que o operador aprenda a utilizar a máquina da forma correta.

Avalie também o conforto da cabine: veja se ela dispõe das condições ergonômicas, com ajuste de banco, climatização e boa visualização para o operador.

5. Não se esqueça da consciência sustentável

Uma das temáticas mais discutidas hoje no setor de agronegócio atualmente é como garantir o desenvolvimento sustentável da agricultura e da pecuária.

Com certeza, os produtores que conseguem alinhar alto desempenho com práticas sustentáveis se destacam no setor, além de contribuírem para o meio ambiente e para a sociedade.

Para tanto, deve-se optar por máquinas que tenham menores emissões de poluentes e que ofereçam segurança no seu manuseio.

No caso dos pulverizadores, por exemplo, nenhum produto deve ser desperdiçado e despejado em locais incorretos.

Lembre-se: uma gestão inteligente é o que promove a sustentabilidade do negócio!

6. Preze sempre por um fornecedor de confiança

Independentemente de você optar por uma máquina agrícola nova ou usada, é primordial investigar no mercado a procedência desse equipamento. Então, faça pesquisas com outros produtores, visite seus campos e valide quais são as marcas e modelos que eles usam.

Enfim, agora você está apto a adquirir equipamento ideal para a sua lavoura! Siga os nossos passos e não se esqueça de ficar atento às novidades oferecidas no mercado.

Máquinas agrícolas estão cada dia mais tecnológicas, então, para garantir sempre a maior produtividade do seu negócio, você precisa conhecê-las para tomar a melhor decisão possível.

Fonte: https://blog.mfrural.com.br/

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Máquinas pesadas: como escolher a ideal

Normalmente, as máquinas pesadas são associadas à construção civil. No entanto, algumas delas também são bastante úteis para as fazendas. Elas ajudam a aumentar a produtividade e a agilizar o trabalho no campo.

Mais do que isso, fazem parte das tendências tecnológicas no agronegócio. Afinal, seu uso é reinventado para resolver problemas do campo e encontrar soluções criativas e inovadoras. Desse modo, as atividades repetitivas são automatizadas e executadas em menos tempo.

A questão é: como usar as máquinas pesadas no agronegócio? De que forma elas auxiliam o dia a dia? Vamos explicar melhor neste artigo. Confira!

Por que usar máquinas pesadas na fazenda?

Até alguns anos atrás, o homem do campo tinha que fazer a maior parte de suas atividades de maneira manual. O trabalho era difícil e, muitas vezes, desgastante. Além disso, havia uma perda muito grande de alimentos, que impactava a produtividade e o lucro alcançado pelo produtor.

Com a implementação de máquinas, pesadas ou não, as atividades se tornaram mais fáceis. Em vez de pegar a enxada, arar a terra, prepará-la e distribuir as sementes no solo, todas essas tarefas foram automatizadas e o trabalho que levava dias passou a demorar apenas algumas horas.

De maneira mais recente, a agricultura 4.0, que vai além da mecanização, permitiu aliar a tradição rural à tecnologia de ponta. A partir das novas tecnologias, é possível aproveitar ao máximo os recursos e evitar desperdícios.

Com a agricultura de precisão, por exemplo, fica mais fácil fazer a pulverização das plantações de maneira acertada, vigiar a lavoura e/ou os animais, monitorar desmatamentos, etc. Com isso, os resultados do campo foram melhorando.

Quais tipos de máquinas pesadas podem ser usadas no campo?

Definir o equipamento pesado certo para usar na sua produção é um fator crucial para o sucesso. Apenas colocar uma máquina no campo é insuficiente. Se elas forem inadequadas, o retorno obtido será baixo e poderá oferecer problemas.

Por isso, antes de comprar uma máquina da construção civil, é importante pensar sobre sua função e suas capacidades, bem como nas melhores maneiras de utilizá-la. Desse modo, é possível alcançar melhores resultados.

De toda forma, é uma boa alternativa considerar essa possibilidade. Inclusive, dados da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) mostram que até 2016, a agricultura era responsável por 7% das vendas de equipamentos pesados no Brasil. Em 2017, já chegou a 12%.

Para facilitar essa análise, a seguir apresentamos algumas opções, com suas características. Acompanhe!

Retroescavadeira

É uma máquina pesada com diferentes aplicações para a área agrícola. Por isso, tem o apelido de “canivete suíço”, já que é bastante versátil. No campo, é utilizada para aumentar a produtividade devido à rapidez no giro, economia e fácil operação.

De maneira mais prática, as retroescavadeiras auxiliam na abertura de valas e elevação de cargas. De modo mais abrangente, contribui para a realização de tarefas em canteiros de obra e na parte de limpeza.

Escavadeira

Foca em trabalhos de escavação, remoção de solo e entulho, carregamento de caminhão, desobstrução de canais fluviais, perfuração e outras atividades. É utilizada mais nas usinas canavieiras para formar curvas de nível, limpar rios e mananciais, e preparar o solo.

Pá carregadeira

É um equipamento usado nas obras para carregar o material nos caminhões. Leva resíduos de demolição, terra escavada, matérias-primas e mais. Na lavoura, é bastante utilizada para a cana-de-açúcar. Ela transporta o bagacinho, como é chamado o pó da moedura usado para gerar energia elétrica. A pá carregadeira também pode ser usada para:

  • Realizar as curvas de nível na propriedade;
  • Padronizar o tamanho dos talhões;
  • Fazer a largura dos carreadores;
  • Especificar as áreas de carregamento;
  • Limpar estradas;
  • Construir barragens;
  • Abastecer silos.

Existem ainda as minicarregadeiras. Elas são mais usadas em granjas e fazendas para manipular ou limpar materiais, como sementes e ração.

Motoniveladora

Realiza a terraplanagem do solo. Como faz essa nivelação, é usada no preparo do terreno para a semeadura, o que leva a aumento da produtividade. Porém, o equipamento é versátil e também contribui para a abertura e a manutenção de estradas.

Pulverizador

É bastante comum e acompanha todo o ciclo da cultura, porque ajuda a evitar pragas. Os modelos mais recentes permitem otimizar o processo de pulverização para evitar o desperdício.

Trator

É um dos mais tradicionais veículos agrícolas e é bastante versátil. Permite realizar uma grande quantidade de trabalhos, como escavação, remoção de solo fraco, terraplanagem e outras atividades.

Como escolher a sua máquina pesada para otimizar os processos do campo?

As máquinas pesadas são importantes para a lavoura, mas é necessário ter cuidado na hora de escolher a melhor. O ideal é focar nas suas demandas atuais para determinar as mais indicadas. Veja algumas dicas para facilitar a sua decisão.

Avalie a potência e a economia

A diversidade de máquinas e equipamentos pesados, assim como de marcas, faz com que existam diferenças significativas de um modelo para outro. O ideal é conferir a potência e a economia, a fim de fazer uma correlação que vise ao melhor custo-benefício.

Escolha máquinas com torque e potência adequados para várias atividades. Desse modo, há mais autonomia no campo e aumento da produtividade.

Confira o sistema de locomoção

As máquinas podem trabalhar com pneus ou esteira. Os primeiros têm menos contato com o solo, mas oferecem mais pressão. Os segundos reduzem a força de compactação e são mais estáveis. A depender da condição do terreno, é melhor optar pela última alternativa.

Confira a facilidade de manutenção

Os equipamentos precisam passar por manutenções preventivas. No entanto, ela deve ser fácil e rápida para evitar interrupções frequentes ao trabalho. Avalie ainda o custo desse processo. Assim, você verifica o mais indicado para a sua fazenda.

Entenda as necessidades da lavoura

As várias culturas têm demandas diversas, que precisam ser consideradas antes de você decidir a melhor máquina. Confira o tipo e o porte da lavoura, as condições do terreno e seu potencial econômico.

Ao seguir essas dicas, você alinha as qualificações do equipamento às necessidades do terreno para definir qual deles é o melhor. Assim, as máquinas pesadas trabalham a seu favor e permitem aumentar a sua produtividade.

Fonte: https://blog.mfrural.com.br/

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Como escolher uma retroescavadeira

A retroescavadeira é uma das máquinas mais utilizadas no setor agrícola. Dessa maneira, conhecer suas características é importante para obter o melhor desempenho desse equipamento.

Sendo assim, com diversas funções que abrangem desde a escavação até o carregamento de materiais, a retroescavadeira permite ao produtor rural realizar uma variedade de tarefas no dia a dia.

Essa máquina pode ser uma solução ágil e multifuncional, facilitando o trabalho e aumentando a produtividade.

O que é uma retroescavadeira?

A retroescavadeira é uma máquina de terraplenagem que apresenta uma pá carregadeira em sua parte frontal e uma concha na parte traseira.

Por ser compacta, pode ser utilizada visando diversas atividades, como construção, demolição, transporte de materiais, escavações, paisagismo, entre outras.

No mercado, é possível encontrar dois tipos de retroescavadeiras: as traçadas e as simples.

As traçadas apresentam tração nas rodas. Elas são mais indicadas em obras em solo instável. Por sua vez, as simples são indicadas para solos estáveis ou pavimento.

Como escolher uma retroescavadeira

Uma escolha bem-sucedida deve considerar fatores como o volume dos materiais a serem movimentados e as expectativas com relação à produtividade.

Dessa forma, as principais diferenças entre os modelos dizem respeito à potência, variando de 40 Hp a 110 Hp, profundidade de escavação e ao peso operacional máximo.

Além disso, um ponto importante na escolha do modelo e da marca da retroescavadeira é a assistência pós-venda prestada pelo fabricante ou pelo seu representante local.

“Um bom serviço pós-venda, com profissionalismo, preços adequados e rapidez fazem toda a diferença”, afirma Paulo Oscar Auler Neto, vice-presidente da Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração (Sobratema).

Tanto que a entidade realiza o concurso “Destaque Pós-Venda” visando incentivar o aprimoramento desse serviço entre as empresas do setor.

Aliás, ele ressalta que na hora de comprar essa máquina, é preciso avaliar o ciclo de vida do equipamento, incluindo valor de aquisição, custo operacional das peças e do combustível, prazo de entrega, linhas de financiamento, atendimento pós-venda e o valor e facilidade de revenda.

“O ideal é buscar o melhor, não o menor preço. Afinal, nem sempre o valor de aquisição mais baixo garante bom negócio e o retorno esperado”, observa Paulo Oscar Auler Neto.

Fonte: https://blog.mfrural.com.br

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Estudo mostra potencial do agro brasileiro

Um estudo elaborado pela Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas (Sire) da Embrapa e baseado nas exportações brasileiras entre 2000 e 2020, mostra como o país evoluiu no agronegócio mundial.

Segundo a pesquisa o Brasil é o quarto maior produtor de grãos (arroz, cevada, soja, milho e trigo) do mundo, atrás apenas da China, dos Estados Unidos e da Índia, sendo responsável por 7,8% da produção mundial. Em 2020, produziu 239 milhões e exportou 123 milhões de toneladas de grãos. Só na soja o país responde por 50% do mercado e em 2020 as exportações da oleaginosa somaram US$ 30 bilhões e US$ 346 bilhões nas duas últimas décadas.

No milho alcançou, no ano passado, o posto de segundo exportador de milho. Foram 38 milhões toneladas, ou seja, 19,8% das exportações totais do produto, atrás apenas dos Estados Unidos. Apenas no ano passado, as exportações nacionais de milho somaram US$ 6 bilhões.

Por outro lado, a produção de arroz continua sendo um desafio, pois desde 2000 o volume de produção permaneceu praticamente o mesmo, sem aumentos expressivos. China e Índia continuam sendo os maiores produtores mundiais do grão. O Brasil ocupa o nono lugar, mas sua produção é voltada para o mercado interno. Apenas 2% foi exportado em 2020.

O Brasil é o quarto maior produtor de feijão no mundo, mas não está entre os maiores exportadores, a maior parte da produção é destinada ao consumo interno. China, Índia e Myanmar foram os maiores produtores de feijão no mundo, responsáveis por mais de 60% de toda a produção em 2020.

Com relação ao algodão, o estudo demonstrou que apesar de o País ocupar a quinta posição em produção, ao se analisar a performance brasileira dos últimos 20 anos, percebe-se um aumento de produção, assim como de exportação do produto. Em 2020, o país foi o quarto maior produtor de algodão e o segundo maior exportador, atrás apenas dos Estados Unidos.

Embora seja o quarto maior produtor de grãos, o Brasil é o segundo maior exportador do mundo, com 19% do mercado internacional. Nos últimos 20 anos, a exportação atingiu mais de 1,1 bilhão de toneladas, o que representou 12,6% do total exportado mundialmente. As exportações brasileiras alcançaram US$ 37 bilhões, só em 2020, e US$ 419 bilhões, entre 2000 e 2020. 

Fonte: https://www.agrolink.com.br/

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Manutenção preditiva pode gerar 50% de economia

Quando uma máquina para durante a operação, seja ela preparo de solo, plantio ou colheita é aquele transtorno para o produtor. Inicia-se assim uma corrida contra o tempo para colocar o equipamento em funcionamento novamente, afinal cada minuto perdido, é prejuízo certo no bolso. Contudo, todo esse estresse pode (e deve) ser evitado com um bom planejamento.

Estima-se que somente com a manutenção preditiva pode-se obter uma economia de até 50% no custo da produção. “ Além de atrasar todo o cronograma da safra que a cada ano tem janelas mais curtas, há ainda os gastos com as peças e o conserto”, diz o engenheiro agrônomo, Affonso Ribeiro e head de serviços ao cliente, empresa especialista no preparo do solo.

Ainda segundo o profissional alguns pontos importantes devem ser levados em conta. “A manutenção preventiva, ou seja, aquela antes de começar as operações na fazenda, é fundamental, pois além de evitar uma parada inesperada do equipamento no meio da operação, ela ajuda a conservar e aumentar a vida útil dele”, aponta Ribeiro.

Dicas infalíveis

O primeiro ponto a ser considerado é que para a utilização de todo o potencial de um equipamento como os da Piccin, por exemplo, se faz necessário a leitura do manual de instruções que o acompanha. “Nele, além das orientações de operação estão todas aquelas relativas à essa manutenção preventiva. Não é à toa que existe um manual nos produtos que adquirimos”, explica o engenheiro agrônomo.

Outra dica importante é criar uma check List, a qual sugere-se que o operador ou responsável pela manutenção tenha sempre em mãos. Nela devem estar definidos os pontos dos implementos a serem lubrificados, trocados ou reajustados com a periodicidade correta, dependendo da quantidade de horas que o equipamento é utilizado, assim como o local de trabalho e a maneira que a operação deve ser realizada.

 O especialista lembra também que diariamente, antes da utilização do equipamento, é de grande importância que o operador observe todos os pontos descritos na check list, sem exceção. “Qualquer ruído ou comportamento fora do habitual deve ser investigado e tratado com a devida importância a fim de evitar prejuízos e desgastes ainda maiores”, aponta Ribeiro.

Outro item fundamental é a capacitação da equipe, que deve estar apta e treinada. E ainda a disponibilidade de materiais para que eles façam uma boa manutenção. Ferramentas e dispositivos necessários devem estar sempre à mão para que a ação seja feita de maneira assertiva e com a qualidade necessária. A utilização de peças originais é também sinônimo para o sucesso, pois, oferecem uma vida útil maior, além de serem mais confiáveis.

Tudo anotado para ser lembrado!

Para não esquecer nada é sempre bom anotar. O registro das manutenções, com os defeitos observados, ajustes feitos, intervalo entre troca de fluídos, entre outros, facilita o trabalho preventivo além de valorizar o equipamento numa eventual revenda futura.

E por fim, mas não menos importante, o profissional salienta que, após a utilização dos equipamentos se faz necessária uma limpeza completa do mesmo, reparo de componentes danificados e lubrificação de todas as partes móveis. Um local protegido e coberto é também uma maneira de aumentar a vida útil do maquinário, deixando-o disponível para próxima utilização. 

Fonte: https://www.grupocultivar.com.br/